Produtos
Clientes
Suporte
Treinemento
Eventos
ClassifiCAD

 

Clique aqui para
enviar comentários
sobre este Site

 

 


    Plano Diretor de Drenagem para BH Inova com o MicroStation GeoGraphics

    Belo Horizonte sai na frente com a implantação do Plano Diretor de Drenagem. É um trabalho pioneiro no Brasil. Em São Paulo há um projeto semelhante, mas que não abrange toda a cidade. No Rio de Janeiro o Plano está em fase de licitação. Com o Plano, Belo Horizonte vai ter um cadastro detalhado de todo o sistema de drenagem urbana, o que, na prática, significa mais segurança e eficiência para a manutenção da cidade.

    Medir, analisar, diagnosticar e cadastrar cada centímetro do sistema de drenagem de Belo Horizonte, que envolve 550 quilômetros de rios e córregos – sendo 220 quilômetros canalizados – e mais de 5 mil quilômetros de redes de pequeno diâmetro, bocas-de-lobo, e sarjetas. Esse trabalho de medição faz parte da primeira etapa do Plano Diretor de Drenagem de Belo Horizonte, que começou no dia 8 de setembro de 1999. Os trabalhos começaram  pela Região de Venda Nova sob a coordenação da empresa Magna Engenharia e consultoria de Geoprocessamento da Virtual CAD.

    A Sudecap criou um Grupo Gerencial para coordenar o Plano, com a assessoria técnica das Universidades Federais de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, além do Instituto Nacional de Pesquisas Hidráulicas.

    Segunda etapa
    “A segunda etapa do Plano é mais ambiciosa”, diz o coordenador do Grupo Gerencial, José Roberto Champs, “e o trabalho deve estar concluído até 2004”. A segunda etapa consiste em lançar todos os dados que estão sendo coletados num software de análise hídrica. Este programa, que vai ser instalado em todas as diretorias da Sudecap, pode fornecer, em minutos, informações como ponto de estrangulamento de uma rede, a situação de bocas-de-lobo e sarjetas e ainda pode simular chuva de intensidades diferentes, para avaliar a capacidade de vazão de todo o sistema ou de regiões específicas. “A partir daí”, diz Champs, “nós poderemos saber exatamente onde é preciso intervir e por quê. O Plano Diretor vê Belo Horizonte como um todo, com um sistema integrado aos problemas da cidade: lixo, assoreamento, poluição, saúde pública”.

    Objetivos
    De acordo com Champs, o Plano Diretor tem dois grandes objetivos. Um deles é buscar alternativas mais baratas para solucionar os problemas de drenagem. “Hoje em dia”, diz ele, “obras como a do Ribeirão Arrudas não são mais financeiramente viáveis para o poder público”. De acordo com Champs o Plano propõe alternativas mais baratas, como, por exemplo, inverter o sistema tradicional. Ao invés de dar vazão rápida à água logo depois da chuva, uma solução é esgotar lentamente a água. A Barragem Santa Lúcia, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, é um exemplo disso: a água da chuva fica estocada na barragem e escoa mais lentamente, evitando transbordamentos e enchentes.

    O outro objetivo é ambiental. “Nós queremos integrar à paisagem da cidade o curso d’água, resgatá-lo como elemento urbano”, explica o coordenador do GGPDD. “A tendência era esconder a água”, finaliza, lembrando que a engenharia, como qualquer outra ciência, está sempre em desenvolvimento, “por isso é preciso acompanhar as novas tecnologias e evoluções na área”. 

    O termo Geoprocessamento denota a disciplina do conhecimento que utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento da informação geográfica e que vem influenciando de maneira crescente as áreas de Cartografia, Análise de Recursos Naturais, Transportes, Comunicações, Energia e Planejamento Urbano e Regional. As ferramentas computacionais para Geoprocessamento, chamadas de Sistemas de Informação Geográfica (GIS), permitem realizar análises complexas, ao integrar dados de diversas fontes e ao criar bancos de dados geo-referenciados. Tornam ainda possível automatizar a produção de documentos cartográficos.

    O Plano Geral de Drenagem terá consultoria e implantação do Sistema de Geoprocessamento a cargo da Virtual CAD, utilizando os produtos da Bentley Systems - MicroStation, GeoGraphics, GeoOutlook, GeoTerrain e GeoWasteWater. “O convite surgiu em função da Magna Engenharia, da Sudecap e da PRODABEL terem optado pela utilização da tecnologia da Bentley, para a produção do projeto de GIS, depois de uma meticulosa análise comparativa entre as opções disponíveis no mercado”, diz Sandro Costa, Gerente de Geoprocessamento da Virtual CAD, “A Virtual CAD foi escolhida por ser a representante da Bentley e líder em Minas Gerais na implantação bem-sucedida de projetos de Geoprocessamento”.

    Matéria baseada em texto originalmente publicado no Jornal da Sudecap, edição nº 32, novembro de 1999.

    MAIS SOBRE A BENTLEY...


| Principal | Produtos | Clientes | Suporte | Treinamento | Eventos | ClassifiCAD | Serviços |